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Brusque, entre o Vale Europeu Catarinense e a Costa Verde

A proximidade de cidades do litoral, como Itajaí e Balneário Camboriú e do oeste catarinense, como Blumenau e Pomerode, confere a Brusque uma posição estratégica, capaz de levar a inesperadas descobertas   

Média de 40 km separam Brusque de um festival de pequenas “alemanhas”,” itálias”, “polônias”,” ucrânias”,” áustrias” e “portugais”, conjunto de cidades  de colonização europeia localizadas no Vale do Itajaí, que fazem parte da região de Santa Catarina chamada de Vale Europeu Catarinense. Pouco mais de meia hora de carro, por exemplo, separa Brusque de  Itajaí, cidade portuária  situada na foz do rio Itajaí-Açu, entre o mar e a serra,  no litoral norte de Santa Catarina, próxima ao Balneário Camboriú e ao parque Beto Carrero World , na cidade de Penha.  Distâncias que permitem criar um incrível roteiro integrado de paisagens tão diversificadas quanto às culturas que formaram a região.

Brusque, ao mesmo tempo charmosa e empreendedora, foi erguida com fortes influências dos imigrantes alemães que se refletem na arquitetura, na gastronomia e em festas como a Fenarreco, que acontece todo mês de outubro, dedicada ao prato típico do local: o marreco com repolho-roxo.

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Famosa pelos cafés coloniais, a cidade abriga a sede da Colonial Café, empresa de torrefação e moagem de café, e  locais  especializados em servir a primeira refeição do dia com especialidades alemãs. É comum ver confeitarias, panificadoras, restaurantes lotados oferecendo o café colonial completo, que não pode deixar de ter às mesas doces de inspiração germânica, como a torta floresta negra e a cuca, que na versão coberta com farofa de banana, confere um toque  brasileiro e é prova deliciosa do sucesso da miscigenação cultural na culinária regional.

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Brusque também recebeu influência das colonizações polonesa e italiana. Enquanto os italianos, familiarizados com a agricultura, abriram a terra para as culturas de uva, arroz, milho e fumo, a mão de obra polonesa foi marcada pelos tecelões de Loid, imigrantes alemães vindos dessa região da Polônia em meados do século 19, qualificados para transformar fios de algodão em tecido em oito teares manuais. Nascia aí a futura “Cidade dos Tecidos”, um dos maiores polos têxtil de Santa Catarina e do Brasil. O resultado desse empreendedorismo pode ser conferido de uma forma adorável: o turismo de compras.

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Brusque tornou-se referência na fabricação de tecidos e na confecção e venda de roupas de cama, mesa, banho e vestuário na pronta entrega, a preços de fábrica.  Outlets, shoppings e centros de compras como a FIP, Feira de Vestuário, com mais de 200 lojas , facilitam a comércio de confecções no atacado e no varejo.

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Brusque, além de compras e boa culinária regional

Com seus casarões e edificações de várias épocas, a cidade faz parte do roteiro de obras e fé do Vale Europeu Catarinense. O segundo santuário mais importante do estado também está ali: o Santuário de Nossa Senhora de Azambuja que abriga o maior acervo brasileiro de arte sacra popular. O complexo é composto pelo Museu Arquidiocesano Dom Joaquim, uma gruta subterrânea dedicada a Nossa Senhora de Lourdes, o Hospital Arquidiocesano Consul Carlos Renaux , o Seminário Metropolitano Nossa Senhora de Lourdes e a igreja que guarda em seu altar a imagem de Nossa Senhora do Caravaggio, trazida pelos primeiros imigrantes italianos.

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A natureza pode ser sentida vivenciada também de forma integral, percorrendo as trilhas ecológicas, observando a fauna e flora nativas da Mata Atlântica no Parque Zoobotânico de Brusque.

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* Texto Publicado na Revista Férias&Lazer – Ed. 51

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