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Copacabana, esta é a sua praia?

Geralmente é assim: pensou Rio, pensou praia. Sem dúvida, a Cidade Maravilhosa tem outros encantos, mas praia é a cara do carioca. Então, que tal escolher a praia imperdível, aquela que tem tudo a ver com a cidade e também tudo a ver com você?

Tem praias para todas as tribos e todas elas têm em comum mar de ondas fortes e águas frias. Dependendo do gosto de cada um, costuma-se afirmar que as praias situadas na zona oeste da cidade são as melhores, como Prainha e Grumari. Enquanto as mais badaladas são as da Zona Sul, como Ipanema, Leblon e Copacabana.

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Dica: Copacabana não é um nome de origem indígena brasileiro, mas teria origem na língua quíchua, falada no antigo império Inca, no Peru, ou originário da língua aimará, falada na Bolívia. Kota kahuana significaria “vista do lago”. O fato que realmente levou Copacabana a consolidar esse nome foi a ermida construída em agradecimento a Nossa Senhora de Copacabana por um devoto após um milagre. A santa é padroeira da Bolívia e a igrejinha foi demolida em 1908 para a construção do Forte de Copacabana.

Então vamos conferir, começando pela mais famosa, Copacabana, a “Princesinha do Mar”, como ficou conhecida pela música dos compositores João de Barro (Braguinha) e Alberto Ribeiro. Aliás, o bairro presta homenagem à Braguinha. Sua estátua em bronze está localizada bem na entrada de Copacabana, entre a Av. Princesa Isabel e o início da rua  Barata Ribeiro.

Dica: No trajeto também você vai encontrar outras personagens ilustres que se transformaram em estátuas e algumas valem selfies bem legais. Ari Barroso está sentado à mesa de um bar na praia do Leme. Ibrahim Sued tem sua estátua em frente ao Copacabana Palace. O poeta Carlos Drummond de Andrade está sentado em frente ao Posto 6, no calçadão de Copacabana.

Antes de pisar na areia, procure olhar para o chão. Conheça a história por trás do icônico calçadão preto e branco, de pedras portuguesas, que virou cartão postal da cidade e sua marca em todo o mundo. Originalmente criado em 1906, foi redesenhado pelo arquiteto e paisagista Roberto Burle Marx, na década de 1970, quando virou calçadão mesmo, triplicando de tamanho. O desenho ganhou mais curvas e deixou de ser perpendicular às ondas do mar, agora desfila paralelamente.

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Um curiosidade: o calçamento da Praça do Rossio, pavimentada em 1849, em Lisboa, inspirou o desenho do Calçadão de Copacabana.  Representa o encontro das águas doces do Tejo com o Oceano Atlântico.

 

Vista de cima, a orla de Copacabana é aquele semicírculo que sai nas fotos das mais belas paisagens do Rio. O famoso calçadão da Avenida Atlântica, tem 4,15 quilômetros e se estende da Praia do Leme até o Forte de Copacabana. Aproveite para desfilar nessa passarela de gente bonita, saudável, caminhando, andando de patins, pedalando pela ciclovia que percorre toda a orla da cidade.

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Na praia, infraestrutura de quiosques, sanitários e chuveiros por toda a extensão. Tem atração para todos os gostos. Quem quiser praticar esportes, pode aproveitar as muitas quadras instaladas na areia e jogar futebol, vôlei , futevôlei e esportes aquáticos. Copacabana é diversão de dia e à noite, quando recebe ótima iluminação.

Dica: Aproveite os pequenos bares e quiosques no calçadão de Copacabana para beber sucos, tomar pequenos drinques e, em alguns momentos, você poderá ser surpreendido com música ao vivo, no melhor estilo um banquinho e um violão.

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Pelo caminho da Av. Atlântica, na esquina com a Rua Rodolfo Dantas, pare para admirar outro ícone da cidade: o Hotel Copacabana Palace, inaugurado em 1923 de frente para o mar. Confira a arquitetura clássica, inspirada nos hotéis da Riviera Francesa, como o Negresco, em Nice, e o Carlton, em Cannes, que permanece inalterada, mesmo após sua reforma em 2012.

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Da Praia de Copacabana podem ser avistados cartões postais como o Pão de Açúcar e o Morro do Leme, Área de Preservação Ambiental, com espécies de Mata Atlântica, onde fica o Forte do Leme, ou Forte Duque de Caxias, construído originalmente em 1776. Quem está acostumado a fazer trekking, o trajeto até o topo do morro é uma bela caminhada ecológica.

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Lá em cima, é possível visitar as dependências do Forte, observar os canhões, além de admirar as vistas fantásticas de várias partes do Rio, incluindo a entrada da Baía de Guanabara, Pão de Açúcar, Praia de Copacabana, Ilhas Oceânicas, Montanhas da Floresta da Tijuca, Corcovado e a distante Pedra da Gávea. Um espetáculo para ser apreciado pela manhã ou à tarde, pois não é permitido subir ao final do dia.

Dica: Para adquirir o ingresso para fazer a caminhada e visitar o Forte, siga pela Av. Atlântica até a Praça Almirante Júlio de Noronha, nas instalações do Centro de Educação do Exército, CEP, aberto de terça a domingo, das 9h30 às 16h00.

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Na outra extremidade da praia, a oeste, fica outra fortaleza militar, o Forte de Copacabana. Ele foi construído para proteger a entrada da Baía de Guanabara, no final do século 19, compondo o sistema defensivo da cidade do Rio de Janeiro e de seu porto. O local foi palco de episódios relevantes da história do Brasil e, na sua época, sua artilharia foi considerada a mais moderna da América do Sul, equipadas com canhões fabricados pelo conglomerado alemão Krupp AG. Em 1987, o Forte foi transformado em Museu Histórico do Exército, com programação cultural, exposições e outras atrações.

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Programe-se para um delicioso café de manhã ou pôr do sol no Café do Forte, onde está instalada a tradicional Confeitaria Colombo, com mesas ao ar e uma vista magnífica da Praia de Copacabana.

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