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Entre dunas e manguezais, nascia Aracaju, há 161 anos

Hoje, a menor capital do Nordeste é grande. É a cidade com melhor qualidade de vida da região, oferece atrações que reúnem natureza, bem estar e preservação ambiental. São 35 quilômetros de praias de areias firmes, dunas, manguezais, rios, ilhas que aparecem e desaparecem. Cenários que misturam berçários de tartarugas marinhas do Projeto Tamar, hélices girando ao vento no parque de energia eólica na Barra dos Coqueiros, área urbana coberta de verdes em jardins,  parques , praças e uma orla de quatro quilômetros com infraestrutura para atividades de saúde e bem estar.

A Orla de Atalaia é um verdadeiro centro de entretenimento e lazer, com quatro campos de futebol, quadras polivalentes e de areia, quadras de tênis, uma enorme pista pública de skate, aparelhos com vaporizadores de água para banhistas e esportistas, área de ginástica, ciclovia, parede de escalada, áreas para piqueniques, lagos para canoagem e pedalinhos, além de uma praça de eventos com mais de 24.000 m².

Antiga colônia de pescadores do povoado de Santo Antônio, Aracaju nasceu moderna e planejada para o futuro. Em 17 de março de 1855 se tornou a nova capital de Sergipe, no lugar do município de São Cristóvão, cidade histórica, a quarta mais antiga do país, com construções barrocas dos séculos 17 e 18, localizada a 30 quilômetros de Aracaju.

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Aracaju é deliciosamente simples e diferente como a fruta que a representa. Na língua tupi-guarani, Aracaju significa “cajueiro das araras”.  Por isso, é tão fácil encontrar cajus distribuídos pela cidade, enormes, são mais de vinte, devidamente pintados e assinados por artistas plásticos, como o que fica em frente ao Centro de Arte e Cultura J. Inácio.  

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A fruta também dá nome às festas, como o Forró Caju, o Pré-Caju, as festas que precedem o Carnacaju e até o Caju Bike, o projeto de compartilhamento de bicicletas.

O rio Sergipe corta a cidade. Outro rio mais famoso, o São Francisco, corre quase 3 mil quilômetros para desaguar no litoral norte de Aracaju e deixar de ser Chico para virar oceano. Além de responsável pela cor turva do mar de Aracaju, o encontro das águas doces desses rios com as salgadas do Atlântico vale passeios e fotos memoráveis

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A Ponte Aracaju-Barra é um dos cartões postais da cidade. Foi construída para ligar a cidade à Ilha de Santa Luzia, a chamada Barra dos Coqueiros, facilitando o acesso ao litoral norte de Aracaju, que vai da foz do rio Sergipe até a foz do rio São Francisco.

Uma caminhada no complexo do calçadão do bairro nobre de 13 de Julho, com pista de Cooper, parque infantil, quadras de esportes e quiosques é uma deliciosa opção de lazer. Ali, o Mirante 13 de Julho oferece uma vista fantástica da cidade e do encontro do rio Sergipe com o mar.

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A Ponte do Imperador foi criada originalmente em madeira para servir de ancoradouro para receber a embarcação de D.Pedro II em sua visita à cidade em 11 de janeiro de 1860. Está situada em frente à Praça Fausto Cardoso. Durante muitos anos serviu de ancoradouro para embarque e desembarque de passageiros e mercadorias. Hoje é sede também do Museu de Rua.

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Como não poderia deixar de ser, Aracaju tem um prato diferente que marca a sua gastronomia, é a carne de sol com pirão de leite, mas são os caranguejos e pratos com peixes e frutos do mar os mais encontrados em bares, restaurantes e nas mesas dos aracajuanos. Para conferir, basta seguir a orla em direção à Passarela do Caranguejo, o principal corredor gastronômico da cidade.

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Imagem capa (via)

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