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Inverno com neve no Chile e na Argentina

E o tempo vai alterando conforme as mudanças dos meses. Abaixo da linha do Equador já é praticamente outono e o fim das altas temperaturas e da temporada à beira-mar. Em ambos hemisférios, haverá um dia em que a incidência de iluminação terá proporções iguais.  Contudo, as diferenças serão bem marcadas, principalmente àquelas que recaem aos ventos gelados que começam a se espalhar por toda a região sul, e anunciam que o frio chegará em breve – juntamente com a possibilidade de neve no Chile e na Argentina. Winter is coming!

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Muitas pessoas associam o inverno com aquela imagem branca de neve, vendida em filmes de Hollywood. De fato, em regiões tropicais e subtropicais, como no Brasil, a ideia de construir bonecos de neves ou esquiar é bem remota, mas não impossível. Mas, não é necessário migrar para os Alpes Suíços para ter garantia de uma experiência dessas, basta sacar seu RG e conhecer os países vizinhos. Se é neve – ou gelo – que você quer em seu inverno, você a encontrará no Chile e na Argentina.

Chile – Destino de neve mais próximo ao Brasil

Melhor época: Entre 20 de junho e 22 de setembro

DICA: O período de neve mudam conforme a cada ano e as condições climáticas. Não há uma data exata, é importante se atentar as previsões meteorológicas.

Santiago – antes de subir as montanhas

O ponto de partida é Santiago. A cidade fica a 4 horas de voo de São Paulo e vai além de uma boa taça de Carménère, pois a meta é subir os Andes e ter contato com a neve.

Valle Nevado – Ideal para adultos e para crianças também

Quando se fala de estação de esqui no Chile, logo haverá alguém para mencionar Valle Nevado. Isso porque é uma região bastante conhecida e é também uma alternativa para quem quer ter uma introdução à neve e aos esportes de inverno.

Uma ótima opção para grupos de adultos, devido à sua estrutura que garante animação atrás de animação. As crianças também tem a sua vez em Valle Nevado, com aulas específicas para os pequenos desfrutarem da neve com muita segurança e alegria. Aqui há duas possibilidades: bate e volta de Santiago para quem só quer ver a neve, e a outra para quem quer de fato ter uma experiência imersiva na neve, com tudo que se tem direito.

Há o passeio de telégrafo, que permite sobrevoar as pistas e pousar no Bar Bajo Zero. É hora de tomar fôlego – às vezes um chocolate quente ou uma cerveja dão aquele incentivo – e tentar se aventurar na aventura pelas montanhas. Ou apenas contemplar o cenário.

O foco, contudo, está na prática do esqui e snowboard – deixando as outras atividades recreativas de lado, como o esquibunda, dentre outras. São 40 pistas estruturadas com instrutores e aparelhos que garantem a segurança para o mais expert dos esquis como para quem está se iniciando na arte de se equilibrar sobre duas pranchas. No complexo de resorts, há atividades voltadas para crianças, inclusive aulas de esqui para os pequenos a partir dos 4 anos.

Portillo – Ideal para famílias

Portillo é outra estação de esqui próximo à Santiago, que oferece um desligamento temporário do consumo, aqui o que reina é a paz das montanhas, sem o frenesi dos centros comerciais movimentados. São 164 km de distância da capital e uma das melhores estruturas do continente no quesito esqui – tanto na qualidade da neve, quanto nos aparelhos. Mesmo se o tempo não estiver para neve, eles a fazem. Não tem desculpa para não se atrever a dar uma volta em sua prancha, independente do seu nível – é democrático. Em questão de agito, fica apenas atrás de Valle Nevado, contudo ainda tem seu movimento noturno.

Uma surpresa natural irá arrancar suspiros: a Laguna del Inca no meio das Cordilheiras dos Andes e o pico Aconcágua, os Caracóis Andinos. São 3 mil metros de altitude, mais de 30 pistas, piscinas aquecidas e um perfil mais familiar.

 

Farellones – Ideal para quer brincar na neve

A proposta de Farellones é clara: brincadeiras na neve. Diferente de Valle Nevado ou Portillo, aqui o forte são tubing, tirolesa ou fat bike, esquibunda. Mas ainda tem um espaço de esqui e aulas para quem quer experimentar essa modalidade. Apenas tome cuidado com a previsão do tempo. Por estar na parte mais baixa da montanha, a neve costuma derreter antes do que os demais pontos.

Torre del Paine – Ideal para quem não dispensa o lado roots de uma viagem

A natureza é a essência de Torre del Paine, a Patagônia chilena. É um parque natural, com o título de Reserva da Biosfera da UNESCO, em que as montanhas desenham a paisagem – inclusive, o palco é todo da Cordilheira Paine. De um lado “Los Cuervos”, e do outro, as torres de granito. Tudo brotado da última Era Glacial, como forma independente às Cordilheiras dos Andes.

O Lago Grey com a sua cor esverdeada e com aspecto leitoso é um show a parte, contornado por geleiras dramáticas. Há mais lagos, como o  Sarmiento,  o del Toro, o Pehoé e o Nordenskjod. Seguindo as trilhas, encontre o Salto Grande, uma cascata que atravessa os ouvidos com seu zumbindo. O aspecto é selvagem, com pradarias, florestas andinas e ñandus, animal símbolo do Chile. Há diversas rotas para se descobrir as belezas dos parques, variando da mais fácil a mais difícil, dependendo da sua disposição e força nas pernas para caminhar.

Argentina – Destinos além de Bariloche

Melhor época: Entre 20 de junho e 22 de setembro

Bariloche

Bariloche é praticamente um quintal dos brasileiros que buscam por diversão na neve. É bobear e encontrar algum conhecido circulando no local. Além disso, é uma opção também para fora da época de neve: ela é linda em qualquer período e uma opção para os dias mais quentes do verão. Tem um estilo europeu, devido a sua colonização alemã e suíça, e está a 1600 km de Buenos Aires.

O esqui não é o foco principal aqui, o prazer está em brincar com a neve. Acompanhe os circuitos para a diversão em Bariloche:

Circuito Chico: O passeio mais conhecido de Bariloche em que se sai do centro da cidade até o famoso hotel Llao Llao. São 60 km de caminhada que pode ser interrompida para admirar os principais pontos do local. Confira opções de hospedagem com a RDC Viagens, agência preferencial do associado RDC Férias.

Cerro Catedral: Se é esqui que você quer, é esqui que terá no Cerro Catedral, porque é tradição. É uma estação de esqui feita para todos os níveis de dificuldade. Mesmo que você não queira se aventurar na neve, tem várias lojinhas próximas à estação, assim como restaurantes e meios de elevação que dão acesso à subida da montanha. Vale sentir a paisagem, enh!

Cerro Otto: Belas paisagens da cidade e da natureza é quase uma redundância na região, o diferencial aqui se dá pela Confeitaria Giratória, que realmente fica girando a fim de proporcionar vistas sem igual a seu visitante.

Cerro Campário e Lago Nahuel Huapi: A bordo do teleférico, você irá subir 1.049 metros de altura para mais uma vista de dizer “uau”. Porém, lá em cima é muito frio, vá bem agasalhado. Bariloche fica às margens do Lago Nahuel Huapi, que tem uma cor esverdeada e se encontra aos pés das Cordilheiras dos Andes. Vale também navegar por suas águas até chegar a Puerto Blest, não esquecendo de contemplar a Cascata Los Cántaros.

 

Villa La Angostina e Cerro Bayo – Ideal para quem quer relaxar com sofisticação

Uma coisa pode-se ter certeza sobre Villa La Angostina: sofisticação e a cara da riqueza às margens do Lago Nahuel Huapi. A elite argentina ama esse local e não é para menos. Simpática vila, com segurança e uma estação de esqui própria, a Cerro Bayo, a 9 km da cidade encanta seus visitantes.

Se seu lifestyle é aproveitar os melhores serviços oferecidos, Cerro Bayo é seu lugar. Se sua ambição é curtir momentos de pura tranquilidade, Cerro Bayo tem tudo para você desconectar da agitação. Se você não é muito adepto às filas, aqui não encontrará. É infraestrutura de qualidade que se fala.

São 25 pistas de esqui de diversos níveis, que contam com instrutores atenciosos para dar o auxílio e orientações sobre o esquiar. Embora, se tratando de uma estação de esqui, outras atividades são bem apreciadas, como a caminhada com raquetes, tubing, arborismo e atividades para as crianças.

Subir ao cume não é problema, ainda mais se tem receio dos lifts abertos, tem telégrafos fechados com toda a comodidade.

Ushuaia – Ideal para quem quer chegar ao fim do mundo

É uma viagem ideal para apreciadores da natureza que não se importam com aparências. A cidade é um ponto portuário que não herdou o charme das cidades suíças. Mas não tem problema, porque estamos na Tierra del Fuego, ou o Fim do Mundo. É a cidade mais austral do mundo, título garantido por autoproclamação, e indica que está mais perto do que nunca da Antártica – ou do frio para valer em qualquer época do ano.

Antigamente, ninguém queria se estabelecer por lá, por motivos de muito frio. Hoje, a história é outra, tudo para assistir os pinguins ou lobos-marinhos. Diferente dos outros pontos de neve na América do Sul, em Ushuaia é importante viajar durante o verão para poder ter mais luz solar e mais horas para turistar. A temporada do inverno começa em junho e vai até o final de setembro, contudo não se avista os pinguins e as atividades não tem tanta graça quanto durante o verão.

Para chegar em Ushuaia é preciso parar em Buenos Aires e depois seguir viagem. E para conhecer Ushuaia você poderá vivenciar a caminhada com pinguins na Ilha de Martillo e dar uma esticadinha no Museu Acatushún. Também pode conhecer o Parque Nacional Tierra del Fuego, onde fica o Trem do Fim do Mundo e a agência dos correios mais austral do mundo, o mirante e a baía Lapataia, lago Roca e a enseada Zaratiegue. O Canal de Beagle merece uma navegação, o qual leva-se ao encontro dos moradores lobos-marinhos próximo ao Farol Les Eclaireurs, símbolo de Ushuaia.

Cerro Castor

Cerro Castor é um estação de esqui em Ushuaia, e um dos motivos que atrai o viajante tanto no verão como no inverno. Diferentemente de Ushuaia, que algumas atrações não funcionam durante o inverno, em Cerro Castor a estação é justamente um chamariz para curtir a neve do melhor estilo que  você sonhou.  São 1.057 metros de altitude e uma desculpa para se esbanjar nas baixas temperaturas quase polares, seja praticando snowboard, caminhando com raquetes, passeando de trenó, de quadriciclos etc.

 

El Calafate – Ideal para quem quer uma experiência com o gelo

Quando ir: Geleiras combinam com verão, por incrível que pareça. Durante o inverno, evite a região. O frio não é brincadeira.

El Calafate é a base para se conhecer a Patagônia argentina em sua impactante paisagem, principalmente o glaciar Perito Moreno. É uma geleira maior que o perímetro de Buenos Aires, acessível e fotográfica – ou se preferir, instagraneável. Além disso, é como estar no Ártico sem ter o esforço de escalar e morrer menos de frio.

Se você acredita que irá encontrar uma cidade erma, que lembra mais uma cidade-fantasma do Velho Oeste, porém branca de neve, está enganado. Vá com a sensação de encontrar uma Campos de Jordão hispanohablante: hotelaria de primeira, restaurantes requintados, comércio bem provido e aeroporto moderno como da capital.

Os passeios preferidos e praticamente essenciais são fazer trekking no Perito Moreno, no Parque Nacional los Glaciares, e navegar até encontrar glaciares Upsala e Spegazzini, cuja soma formam as três principais geleiras de El Calafate.

A América do Sul guarda diversos destinos com inúmeros estilos. No inverno, a neve dá as caras, cobrindo de branco a coluna vertebral do continente, a Cordilheira dos Andes e outras formações de gelo. Tanto faz se você está em busca de momentos de tranquilidade em uma estação de esqui ou caminha sobre o gelo, tanto na Argentina e no Chile você encontrará seu lugar.


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Eliane Lima Bonfim

Quero muito conhecer Argentina

10 de março de 2019 | Responder
    Redação RDC

    Oi, Eliane! Conte com a nossa Agência RDC Viagens no telefone (11) 2172-0270. Nossas atendentes estão preparadas para tirar todas as suas dúvidas e auxiliar na realização deste sonho. Permanecemos à disposição. Obrigada! 🙂

    12 de março de 2019 | Responder

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