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Motivos para amar Lisboa como um alfacinha

Lisboa é para se conhecer de todos os ângulos, do alto das suas sete colinas, dos terraços, das varandas, do topo de hotéis, de cafés, subindo e descendo ladeiras íngremes em históricos ascensores do século 19, alçando vistas incríveis de elevadores que saem do bairro Baixo para o Alto ou simplesmente navegando pelo rio Tejo que olha a cidade de frente.

Lisboa é assim: para ser vista e vivida por viajantes que desejam ir além do turismo convencional para desfrutar da sua vida como os alfacinhas, como são chamados os lisboetas. A cidade é , como dizem, cool. Autêntica, com cultura e tradições próprias. Oferece locais para experiências únicas de contato com a sua história e com o cotidiano dos seus habitantes. E mais: fala a nossa língua.

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Vale a pena sentir essa estreita relação da cidade com o Atlântico e com o rio, estuário do Tejo. A época dos Descobrimentos conta bem essa história, pois era dali que partiam as caravelas para o “Novo Mundo”, levando conhecimento e trazendo outros que ajudaram a construir a cidade multicultural de hoje. Visite o Padrão dos Descobrimentos, localizado à margem direita do rio Tejo, no distrito de Belém. O monumento foi erguido em homenagem ao infante D. Henrique, que impulsionou as descobertas, e os navegadores portugueses que descobriram os caminhos do mar.

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Explore todo o local, desde a Rosa-dos-ventos instalada no piso até o topo do monumento, a 56 metros de altura, um mirante extraordinário que oferece uma impressionante cenário de Lisboa e do Tejo desaguando no Atlântico, além de vistas da Torre de Belém, do Mosteiro dos Jerônimos, do Palácio de Belém, da igreja da Memória e do Palácio Nacional da Ajuda.

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Dica: Planeje a visita para ver uma das mais famosas luzes de Lisboa: a do pôr do sol espelhado no Tejo.

Ah! Tem flamingos no estuário do Tejo, morada de peixes, moluscos, crustáceos e também de aves que param no rio durante a sua migração entre o Norte da Europa e a África. A Reserva do Estuário do Tejo preserva esse santuário.

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Dica: Para observar flamingos em Lisboa no verão,  no período de migração, reserve um espaço entre a Torre Vasco da Gama e a foz do rio Trancão. 25% dos flamingos invernantes estarão por ali.

Era em Lisboa que se situava o Arsenal da Ribeira das Naus, um dos maiores estaleiros navais da Europa, desde o século 16. As famosas caravelas, naus, galeões e urcas eram fabricadas ali.  Essa atração latente de Lisboa pelo novo e o respeito às tradições pode ser conferido na Ribeira das Naus, região entre a Praça do Comércio e Cais do Sodré.

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A área, remodelada em 2013, virou um ponto de encontro para tomar banho de sol e bater papo e se transformou na “praia” do centro da cidade para os lisboetas. Trata-se de uma espécie de calçadão, um passeio ajardinado, com uma escadaria que desce para as águas do Tejo e um jardim que se estende até aos edifícios da Marinha Portuguesa. 

Dica: Utilize o metrô Cais do André para chegar ao local. Sente-se no enorme quiosque com esplanada para apreciar a paisagem e conferir as luzes de Lisboa. Nesta praia não vale mergulhar nas águas.

Aproveite a proximidade e visite o “Arco da Rua Augusta”, construído em 1775 como portão de entrada de Lisboa, a Praça do Comércio.  Atente para as esculturas no topo do arco do triunfo e as imagens de Vasco da Gama, Marquês de Pombal, Viriato e Nuno Álvares Pereira logo abaixo. O outro lado do arco, o da entrada para a Rua Augusta, é decorado por um enorme relógio.

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Dica: Após a restauração do arco, foi instalado no seu interior um elevador que leva ao terraço para vistas maravilhosas da Praça do Comércio e de toda a Baixa Pombalina ou Baixa Lisboa, área reconstruída sob a direção do Marquês de Pombal, após o terremoto que abalou a cidade em 1755.

Bem em frente ao Cais do Sodré está localizado o mais tradicional mercado de Lisboa, o Mercado da Ribeira  construído em 1892. Com 10 mil m²  totalmente cobertos, ganhou vida nova após a revista Time Out assumir a gestão do espaço em 2014. Além da sua vocação para a venda de produtos frescos, que se mantém no piso térreo, o mercado virou destino gastronômico, com mesas corridas em estilo cantina cercadas por barracas de chefs de cozinha e de marcas nacionais de produtos e especialidades portuguesas que vão de mariscos até o típico “prego”, sanduíche de carne temperado com mostarda ou molho picante, além dos universais hambúrgueres , sushis etc.

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Pelo espaço encontram-se quiosques de cervejas, de vinhos, de chocolates finos do Porto, além de ervas aromáticas, revistarias, artesanato típico, escola de culinária e outras atrações. No 1º. andar, uma sala de espetáculos para 350 pessoas e uma galeria Na parte externa, em frente à Praça Dom Luís I, área aberta com 250 lugares, jardim e espaços para comprar, brincar e compartilhar.

Dica: O mercado funciona todos os dias, das 10h à meia-noite de domingo a quarta-feira, e das 10h às 2h de quinta-feira a sábado. As bancas de produtos frescos estão abertas das 6h às 14h.

Lisboa sobe e desce. As sete colinas da cidade se confundem com os bairros.  A colina de São Jorge, a mais alta delas, é onde se encontra o Castelo de São Jorge, local que deu origem à cidade. É um Monumento Nacional que integra a zona nobre da antiga cidadela medieval islâmica, construída pelos mouros no século 11, vestígios do antigo paço real da coroa portuguesa, a partir da conquista no século 12 até o século 17, e de uma área residencial para as elites, cujas casas, ainda da era medieval, podem ser vistas no sítio arqueológico aberto à visitação. O mirante do Castelo de São Jorge oferece uma vista espetacular do centro de Lisboa, com os quarteirões perfeitos da Baixa Pombalina e do rio Tejo.

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Dica: aproveite as atrações que são levadas no Castelo de São Jorge, como jogos e brincadeiras simulando as batalhas e conquistas entre a coroa portuguesa e outros reinos.

Desça a colina a pé para serpentear pelas ruas estreitas do famoso bairro da Alfama, o mais antigo da cidade, que guarda muito da sua origem medieval e esconde preciosidades, como bares com bons vinhos pelas vielas e autênticas casas de fado, como na Baiuca e no Largo de São Rafael. Deixe-se levar pela singeleza das roupas comuns dependuradas em varais pelas ruelas e sinta no ar o cheiro inconfundível de sardinhas e de castanhas assadas.

O famoso bondinho elétrico 28 que leva até a Alfama faz parada em frente ao Miradouro das Portas do Sol que, como o nome diz , é o melhor lugar para ver o sol nascer. Desse mirante, uma vista maravilhosa do Mosteiro de São Vicente de Fora , da Igreja Santa Engrácia, também chamada de Panteão Nacional, uma construção em estilo barroco que demorou 300 anos para ser concluída.

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O elétrico 28 também leva você ao boêmio Bairro Alto criado em 1513.  Se preferir outro tipo de emoção, vá de metrô ou não perca as vistas proporcionadas pelo elevador da Glória. Pequenos bares espalham-se pela Rua da Atalaia e Rua do Diário de Notícias desde as duas horas da tarde até as duas da madrugada. O clima é de vanguarda, com jovens de todas as tribos se misturando e divertindo ao lado dos tradicionais boêmios do bairro.

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Estenda até o Chiado. Local de teatros, galerias de arte, da Igreja e Convento do Carmo ( do século 14), da praça Luís de Camões e de locais centenário como o Café A Brasileira, frequentado  por Fernando Pessoa e cuja estátua permanece sentada em frente ao café, na rua Garret, aguardando por infalíveis seções de selfies dos viajantes.

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Dica: Aberta desde 1732, a icônica Livraria Bertrand é atração imperdível do Chiado. Imperdível também são as compras nas lojas descoladas do bairro, .

Lisboa se estende. Chegue à Doca de Santo Amaro de elétrico 15 para conferir como os antigos armazéns do Porto de Lisboa foram restaurados e transformados em bares e restaurantes charmosíssimos. Local perfeito para almoços, jantares ou para deliciosos drinques de final de tarde, apreciando vistas fantásticas da Ponte 25 de Abril, da marina e do Tejo.

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Pertinho dali, outra transformação, a LX Factory, um antigo complexo fabril de 1846 que virou um espaço criativo e de experiências em áreas como moda, arte, cultura e gastronomia – livros, móveis vintage e contemporâneos, restaurantes convencionais e da cozinha criativa pintam em ambientes descolados, como a Ler Devagar livraria instalada na antiga Gráfica Mirandela, o Landeau, que oferece o melhor bolo de chocolate de Lisboa, o Rio Maravilha bar e restaurante que mistura um pouco de Lisboa e do Rio, além da área externa com paredes cobertas de arte urbana, como a abelha gigante feita de lixo, criada pelo artista Bordalo I.

Se o seu sonho de viagem inclui redescobrir o velho mundo de um jeito descolado, então escolha Lisboa como destino. Conte com a assessoria da RDC Viagens e com a flexibilidade do seu Plano de Férias para hospedagens no exterior. Consulte as opções de hospedagem de hotéis parceiros em Lisboa e outras cidades de Portugal no site www.rdcferias.com.br.

alcione

Quando e quanto seria o custo para viagem até lisboa?

20 de abril de 2017 | Responder
    Redação RDC

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    24 de abril de 2017 | Responder

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