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Navegar pelos rios da Amazônia é preciso

Como seria viajar para a Amazônia e entrar na floresta navegando entre os igarapés? Mergulhar nas águas mornas das praias amazônicas, em pontas de areia que surgem como ilhas com o início da baixa do volume dos rios. Assistir ao pôr do sol a bordo de um barco, ouvindo os sons da natureza e despertar observando jacarés, iguanas e papagaios. Pois bem, imergir nesse universo está cada vez mais próximo de qualquer viajante que ama a natureza. E dá pra fazer isso com segurança e consciência ambiental. Requer boa dose de disposição, planejamento e, para usufruir ao máximo, conhecimento.

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Dica: A agência Turismo Consciente, parceira da RDC, é especialista em passeios fluviais pelo rio Tapajós e afluentes em embarcações bem estruturadas, com serviços especiais.

Então vamos lá: o rio Amazonas é um resto de mar, um golfo profundo e por isso é tão diferente dos rios que nascem de falhas geológicas e correm como calhas. Isso é tão verdade que perfurando o solo da bacia amazônica, encontramos extensos sedimentos marinhos. Esse “mar” vive inundado por águas de rios ao longo do seu percurso em direção ao Oceano Atlântico,  desde o Peru, onde nasce entre montanhas nos Andes, até se transformar em Solimões quando entra no Brasil e quando recebe o nome de Amazonas ao se encontrar com as águas do rio Negro, em Manaus. É muita água e muita sorte nossa: o Amazonas corre numa planície e é navegável em toda a sua extensão.

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Seja em grandes cruzeiros saindo do exterior ou em passeios de barco pelo Amazonas, que duram horas ou até cinco dias, os espetáculos dos “Encontros das águas” com as de outros rios são paradas obrigatórias.

É o caso do barco/iate Belle Amazon, da agência Turismo Consciente, com 3 andares e capacidade para 18 pessoas, com  roteiros que acontecem em estados amazônicos como o Pará, em locais como Alter do Chão, navegando pelo rio Tapajós e seus arredores.

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Dica: Em 2018, grandes navios de cruzeiro que em seu roteiro faziam parada em Manaus e outros pontos da bacia amazônica foram substituídos por navios menores ou pequenas embarcações com mais infraestrutura de serviços e informações para os viajantes também agregarem vivências culturais integradas à natureza amazônica.

Um dos passeios fluviais mais imersivos acontece na região de Alter do Chão, quando, logo pela manhã, a embarcação chega à Floresta Nacional do Tapajós para uma trilha guiada que leva você para conhecer árvores e plantas nativas, sentindo todo o clima da floresta. Dependendo do seu fôlego, a caminhada pode durar de 2 até 5 horas.

Faz parte da experiência amazônica o contato com povos indígenas da região, como os Munduruku, que desde o final do século 18 se estabeleceram no vale do rio Tapajós e têm uma das suas aldeias na Floresta Nacional do Tapajós. Vale aproveitar para viver uma experiência única, conhecer de perto a cultura desse povo considerado “guardiões da floresta” e participar da produção da farinha amazônica – a famosa farinha utilizada na maioria dos pratos da culinária amazonense.

A surpresa maior está no retorno ao barco, que é feito de canoa, remando entre os igarapés. Ao anoitecer, a pedida é sentir os cheiros e os sons da mata. Perceber no lusco-fusco como as cores da floresta mudam nos dando a sensação de que tanto a mata quanto o rio reluzem da mesma forma. Esse passeio pode ser feito tanto na época de cheia dos rios, entre abril e julho, como no verão amazônico, de agosto a novembro.

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No verão amazônico o passeio pelo Canal do Jari, dormitório das aves da região, é o caminho para observar a revoada de papagaios selvagens, conhecer o território de jacarés, iguanas, botos, preguiças e onde vivem inúmeras espécies de peixes. No inverno amazônico, também é possível encontrar vitórias-régias. No canal, o barco pode deslizar pelas lagoas que se formam entre as pontas de areias até chegar a praias como Ponta de Pedras e fazer uma parada em Ponta do Cururu, onde é possível avistar botos e observar o imperdível pôr do sol no Tapajós.

Dica: Se estiver navegando à noite, não deixe de observar o céu estrelado da Amazônia e ter a sensação de que ele nunca esteve tão perto de você.

Um mesmo lugar ganha visuais e nomes diferentes nas duas estações amazônicas e você pode conferir esse fenômeno navegando. Durante a vazante dos rios, uma grande porção de areia separa o rio Tapajós, formando o Lago Verde, com praias à sua volta e atrações como trilhas pelas margens e mergulhos nas águas cristalinas dos igarapés. Na estação de cheia, a lagoa é inundada pelas águas do rio, fazendo surgir a Floresta Encantada, perfeita para a prática de canoagem entre as copas das árvores que estão submersas. O cenário é mágico.

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Dica: Aproveite as viagens fluviais pelos rios das Amazônia para degustar os pratos típicos da região, como o pato  no  tucupi,  tacacá,  cachaça  de  jambu,  açaí  com  farinha,  pirarucu  de  casaca e também ouvir os ritmos regionais, como o carimbó, uma tradicional dança de roda de origem indígena.

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Para experiências assim, navegando pelos rios da Amazônia, imergindo de forma consciente no cotidiano da floresta amazônica e das comunidades indígenas, Associados RDC podem contar com parcerias que promovem minicruzeiros fluviais na região, como a Turismo Consciente. Consulte a RDC Viagens. Conheça também os hotéis parceiros na região.

RDC Viagens
Segunda a sexta-feira das 8h às 19h30
Telefones: (11) 2172-0270 / 4096-0270
E-mail: agencia@rdcviagens.com.br

SALETE DE JESUS OLIVEIRA DOS SANTOS

Excelente para conhecer parte da AMAZÔNIA e em santarém a praia de alter do chão é uma beleza a parte.

31 de maio de 2018 | Responder
    Redação RDC

    Agradecemos pelo comentário, Salete! 😉

    1 de junho de 2018 | Responder

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