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No coração de PARIS, a CIDADE LUZ

Todo bom viajante tem Paris na sua lista de “destinos para conhecer”, nome muitas vezes substituído por “Cidade Luz”.  E por aí já começamos a conhecer Paris. Há pelos menos duas versões para a cidade ganhar esse apelido. Uma delas não tem nada a ver com as luzes da cidade, mas porque a França foi o grande palco do Movimento Iluminista, que nasceu na Europa no século 18, e fez de Paris o centro das artes do mundo. As ideias de liberdade, igualdade e fraternidade atraíram pintores, escultores, músicos, arquitetos, poetas, artistas de todas as artes. A outra versão tem tudo a ver com a cidade reconhecida como uma das mais bem iluminadas do mundo – remonta ao século 17, quando o rei Luís 14 da França, pensando numa forma de conter a criminalidade, aprovou a sugestão do seu ministro Jean-Baptiste Colbert de iluminar toda a cidade, ruas, ruelas e os becos escuros com lanternas e tochas. Bem, depois disso, é tudo história. O fato é que Paris é tão iluminada que pode ser avistada do espaço e da Lua, pela intensidade e quantidade de luzes.

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Considerada uma cidade romântica, Paris, capital da França, é uma das 10 cidades mais visitadas do mundo. E não é pra menos: tem um pouco de tudo e tudo com muito requinte e beleza. Por exemplo, um café é mais do que um café em cada esquina da cidade, também são cafés em museus, como o Café Le Jardin, nos amplos jardins do Petit Palais, aberto no interior do Museu de Belas Artes de Paris; ou em meio a esculturas, como O Pensador, no Museu Rodin; ou ainda apreciando a pirâmide de cristal no Café Marly no Louvre Experimente, instalado sob os arcos do Louvre.

Dica: O Petit Palais foi integrado, em 1902, ao monumental complexo construído para a Exposição Universal de 1889, ocorrida em Paris, que abrange o Grand Palais de Beaux – Arts e também a belíssima Ponte Alexandre III, tudo isso na zona Champs Élyseés.

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Nada é por acaso em Paris, nem seu famoso rio Sena, que corta a cidade nas margens esquerda e direita até desaguar no Oceano Atlântico. Ele está integrado à vida da cidade e também ao turismo de Paris. Ele é o meio fluvial que a cidade usa para transportar materiais importantes para o dia a dia de Paris, como materiais de construção, carvão etc., sem atrapalhar a vida da cidade, evitando congestionamento e a poluição ambiental e sonora.

O Sena faz parte do nascimento da cidade. Poucos associam Paris a uma ilha, mas foi na Île de la Cité, uma das duas ilhas naturais no meio do rio Sena (a outra é Saint-Louis), que a cidade surgiu. Foi onde, na época de Júlio César, viviam os Parisii, uma pequena tribo celta que habitava a ilha então chamada Lutèce. E já naquela época o Sena era um meio de comunicação importante para o comércio, considerando a localização da ilha, que facilitava a travessia do Sena entre o norte e o sul da Gália. Por isso, a Île de la Cité é o Marco Zero de Paris.

Dica: A Pont des Arts, também conhecida como Ponte dos Cadeados, localizada entre o Museu do Louvre e a Île de la Cité, é a primeira ponte metálica de Paris, construída no início do século 19. Na verdade, é uma passarela, porque é exclusiva para passagem de pedestres e famosa pelos “cadeados do amor” que são  presos nas grades da ponte com as iniciais de casais apaixonados gravadas e cujas chaves são jogadas no Sena, como prova de amor eterno.

Oito pontes, nas margens direita e esquerda do Sena, fazem a ligação da ilha, e uma nona leva à ilha menor, Île Saint-Louis. A margem direita está ligada pela Pont-Neuf (Ponte Nova), a primeira, portanto a mais antiga das 37 pontes construídas para atravessar o rio Sena, construída em 1577, durante o reinado de Henrique III, e inaugurada em 1607, no reinado de Henrique IV – ele é homenageado com uma estátua equestre em um dos pontos da ponte. Na ilha estão construções históricas como a Catedral de Notre-Dame, o Palácio da Justiça, a Portaria Conciergerie e a belíssima capela gótica Sainte Chapelle, construída no século 13 por Luís 9, que depois seria canonizado São Luís.

Quer ver algumas dessas e outras atrações dos dois lados das margens do Sena, sob o ponto de visto do rio? Então embarque num dos Bateaux-Mouches®, pequenos e confortáveis iates que navegam pelo curso d’água do rio, oferecendo perspectivas incríveis das principais atrações da cidade que ficam muito próximas às suas margens, cerca de 200 a 500 metros de distância, como a Torre Eiffel, o Louvre, a Catedral Notre-Dame de Paris, a Conciergerie, o Museu de Orsay. À noite, uma iluminação cênica destaca a arquitetura dessas construções espetaculares – um dos cenários mais românticos da cidade.

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Dica: há vários tipos de passeios combinados a bordo dos Bateaux-Mouches®, com almoço, jantar, espetáculos etc.

Paris é rica em detalhes. Por trás de cada jardim, de cada palácio, de museus, igrejas e até de avenidas estão histórias que inspiraram e continuam a inspirar pessoas em todo o mundo. Então, se quiser explorar suas atrações preferidas, escolha fazer um trajeto panorâmico diferente, caminhando às margens do Sena, partindo da famosa Catedral de Notre-Dame, construída em estilo gótico no período de 1163 e 1345. Nela, Napoleão Bonaparte foi coroado imperador da França em 1804 e em 1909 Joana d’Arc foi canonizada. A catedral também serviu de inspiração para o escritor francês, Victor Hugo, em pleno romantismo, em 1831, escrever sua famosa obra “O corcunda de Notre-Dame”, e também foi cenário do desenho animado da Disney de mesmo nome. Quer conferir? Suba os degraus que levam até a torre e veja de perto as apavorantes gárgulas que vigiam o telhado e são mostradas no filme.

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Siga pela margem esquerda do rio, apreciando o desfile que vem a seguir com vista para a Conciergerie – palácio transformado em prisão durante a Revolução Francesa e que teve Maria Antonieta como a sua mais ilustre prisioneira. Trata-se de uma construção remanescente do mais antigo palácio real parisiense, o Palácio de la Cité, apontado como uma das maravilhas da arquitetura medieval na França. Note o lindíssimo relógio instalado em uma das torres, o mais antigo relógio público de Paris.

Ainda na margem esquerda do Sena está o espetacular Museu d’Orsay, instalado com muito charme na antiga estação ferroviária Gare d’Orsay, com magnífico teto de vidro, construído no século 19 . O Museu é um dos mais espetaculares do país, reúne obras produzidas entre 1848 e 1914, portanto com grande número de artes do Movimento Impressionista. Para quem ama esse tipo de pintura, deve ir direto ao 5º. andar do Museu, onde estão as galerias de pinturas impressionistas e pós-impressionistas, com obras de Cézanne, Degas, Manet, Monet, Pissarro, Renoir, entre outros. No térreo você é recepcionado por esculturas de Auguste Rodin. “Só” essas duas galerias valem para tornar a visita  inesquecível.

Dica: A arquitetura da estação ferroviária também é uma obra de arte. Fique atento ao magnífico relógio Belle Époque instalado no salão principal do Museu d’Orsay e depois, pare no “café do relógio”, no último andar, para duas coisas: posar contra a luz, para foto silhueta em frente ao imenso relógio e curtir a vista que surge entre os ponteiros: o Louvre com o Sacré Coeur de Montmartre bem ao fundo. Quer melhor cenário?

Mais adiante estão o prédio neobarroco do Opéra Garnier – antigo Ópera de Paris, e o Hôtel des Invalides – reconhecido de longe pela cúpula dourada da Catedral Saint-Louis-des-Invalide. Trata-se de um grande complexo, uma construção espetacular de 1670, ordenada por Luís 14 para abrigar os inválidos do seu exército. Hoje continua abrigando inválidos, vários museus e também é onde estão os jazigos de pessoas ilustres, como o túmulo de Napoleão Bonaparte.

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Seguindo o Sena, na margem esquerda, está o cartão postal da cidade, a Torre Eiffel, localizada no Campo de Marte, inaugurada em 1889 como portal de entrada para a Exposição Mundial sediada em Paris. E nunca mais saiu de lá. É a construção mais alta da cidade, com 324 metros. Não precisa nem dizer que a maior atração é a vista que podemos ter da cidade. O acesso pode ser feito tanto de elevador como pelas escadas (1665 degraus) . Dá também para mesclar, subir dois andares de elevador e continuar até o último ponto pelas escadas.

Dica: Durante o dia , os restaurantes da Torre Eiffel oferecem um almoço tipo “cesta de piquenique à mesa”, com vista panorâmica da cidade e, à noite, o grande espetáculo é o jantar com Paris iluminada e silenciosa vista do alto. Mais romântico, impossível.

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Na margem direita do Sena fica o Museu do Louvre, o maior museu do mundo. Está instalado no Palácio do Louvre, um antigo palácio-fortaleza construído no século 12, transformado na residência dos principais reis franceses. Restos da fortaleza podem ser vistos no porão do museu. O Louvre foi inaugurado em 1793 e agora é residência de mais de 38 mil obras de arte, como a mais famosa de todas, a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci.

À frente do Louvre estão os jardins des Tuileries, que pertencia ao Palácio des Tuileries, destruído em 1870 durante a Comuna de Paris. Mas seus magníficos jardins ficaram. Deles tem-se uma visão maravilhosa desde a avenida mais charmosa de Paris, Av. des Champs- Elysées, até o Arco do Triunfo – foi Napoleão Bonaparte quem ordenou a construção do Arco, unindo os jardins ao Louvre.

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Aproveite a área para passear pelos jardins das galerias do Palais Royal, em frente à ala norte do Louvre, um dos locais mais frequentados pelos parisienses e que os viajantes podem fazer como os locais: sentar-se em torno da fonte, ficar tranquilamente lendo um livro ou caminhar sob as arcadas, olhando as vitrines de lojas como a l’Oriental, de 1818, com seu jeito todo “especial” de expor cachimbos; a Épice, especializada em cachecóis e echarpes, e até apreciar as peças do brechó chique Didier Ludot. Depois, sentar-se no Café Kitsuné, numa das mesinhas espalhadas pelo jardim.

Paris é assim, para descoberta sem pressa, até porque há muito a explorar – sua eletrizante vida noturna, os shows nos cabarés, sua fina gastronomia. E os associados RDC podem conferir tudo isso de perto, aproveitando a flexibilidade do seu Plano de Férias, as opções de hospedagem em hotéis parceiros na Cidade Luz, além de contar com a assessoria e os serviços da RDC Viagens, a agência preferencial do associado, para passagens aéreas e pacotes especiais.

Envie um pedido de cotação para o e-mail agencia@rdcviagens.com.br informando a quantidade de pessoas e o período da sua viagem. Se preferir, entre em contato pelo telefone (11) 2172-0270, 2ª a 6ª feira, das 9h às 19h e BON VOYAGE!

diva

tem opções de hospedagem em paris pela rdc?

14 de junho de 2018 | Responder
    Redação RDC

    Sim, Diva! Conte com a RDC Viagens, a agência preferencial do Associado. Envie um pedido de cotação para o e-mail agencia@rdcviagens.com.br informando a quantidade de pessoas e o período da sua viagem. Nossa equipe retornará o contato com todas as opções disponíveis de hotéis. Se preferir, entre em contato pelo telefone (11) 2172-0270, 2ª a 6ª feira, das 9h às 19h. Bom planejamento!

    15 de junho de 2018 | Responder

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