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O Rio nasceu como rio e hoje completa 451 anos

O nome Rio nasceu assim, de um erro de interpretação. Foi assim com o  Brasil, quando os descobridores acharam tratar-se de uma ilha – Ilha de Vera Cruz. No caso do Rio não foi diferente, mas o nome “pegou”.  Em 1502, quando a segunda expedição exploratória portuguesa, comandada por Gaspar Lemos, aportou na baía (hoje Baía da Guanabara), o navegador supôs que estivessem chegado à foz de um rio e batizou-o de Rio de Janeiro. Foi assim que o Rio foi citado pela primeira vez, oficialmente, nos documentos portugueses.

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Depois disso, vieram as invasões francesas e só em 1530 os portugueses chegaram para colonizar, mas os franceses permaneciam conquistando e chegaram a fundar no Rio uma colônia chamada França Antártica. Primeiro de março de 1565 marca a fundação da cidade do Rio de Janeiro, data em que Estácio de Sá firmou a base aos pés do Morro do Cão para expulsar os franceses, fato ocorrido apenas em 20 de janeiro de 1567, Dia de São Sebastião.

Depois, muitas águas rolaram e várias histórias podem ser contadas em passeios pela Cidade Maravilhosa.

Você sabia? O nome de “Cidade Maravilhosa” foi dado pelo poeta maranhense Coelho Neto, no jornal “A Notícia” em 1908.

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Trem do Corcovado, transportando celebridades desde o século 19

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Não são apenas paisagens deslumbrantes que podem ser vistas das janelas do famoso trenzinho que atravessa a maior floresta urbana do mundo: o Parque Nacional da Tijuca, uma área preservada da mata atlântica. A estrada de ferro do Corcovado faz parte da história do Brasil. Ela foi inaugurada em 1884 pelo Imperador D. Pedro II e é anterior à estátua do Cristo Redentor. Por quatro anos seus vagões transportaram as peças que compõem o Monumento ao Cristo e há muito tempo papas, reis, presidentes da república, artistas, cidadãos do mundo são transportados pelo trenzinho para ver de perto o Cristo Redentor.

Você sabia? O trem do Corcovado é elétrico, portanto não polui o meio ambiente e parte da arrecadação da bilheteria é destinada ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Dica: O trenzinho é a forma mais interessante de ir até o Cristo Redentor porque, além do percurso que vale o passeio, há lanchonete, loja de lembranças e antigos trens expostos que dão fotos incríveis. Os ingressos podem ser comprados no local, mas vale a pena comprar pela internet, com dois dias de antecedência, porque os passeios são com hora marcada, o que evita filas.

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Cristo Redentor, inaugurado em 1931

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Além de maravilhosa, a estátua símbolo da cidade foi eleita uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo Moderno. Inaugurado em 12 de outubro de 1931, o monumento possui 38 metros de altura e foi instalado no alto do Morro do Corcovado, a 710 metros do nível do mar, de onde se tem uma visão panorâmica de praias famosas como Copacabana, Ipanema, Leblon e delocais turísticos e importantes da cidade como Jardim Botânico e a Lagoa Rodrigo de Freitas.

Você sabia? A altura do Cristo Redentor equivale a um prédio de 13 andares. Cada braço tem uma área de 88metros quadrados, sua cabeça pesa 30 toneladas e o pé mede 1,35m. Se fosse para usar sandálias, elas teriam que ser do tamanho 530. Conheça mais sobre a construção deste símbolo Carioca no site oficial do Monumento Cristo Redentor!  

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Parque Nacional da Tijuca, floresta replantada por D. Pedro II

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O resultado de uma ação pioneira de Dom Pedro II, em pleno século  19, de reflorestamento da  Floresta da Tijuca, pode e deve ser conferida no Parque Nacional da Tijuca. Na época a floresta estava  quase totalmente devastada pelas fazendas, pastos e lavouras de café e Dom Pedro II teve um trabalho imenso para desapropriar fazendas e fazer a restauração ambiental. Atualmente, a Floresta da Tijuca é a segunda maior floresta urbana do mundo e a primeira  replantada pelo homem. São cerca de 3.200 hectares de área que reúne centenas de espécies da fauna e da flora só encontradas na Mata Atlântica. Famílias inteiras visitam o parque semanalmente. Trilhas, cachoeiras, passeios em meio à natureza e muita história, como as ruínas das fazendas da época do café e pontos turísticos como a Cascatinha, a Capela Mayrink, o Mirante Excelsior, o Barracão, a Gruta Paulo e Virgínia, o Lago das Fadas, a Vista Chinesa e o Açude da Solidão, imperdíveis .         

Você sabia? A Floresta da Tijuca fica a apenas 20 quilômetros do centro do Rio. A melhor época para visita-la é nos períodos da primavera e do verão, quando o clima permite agradáveis e refrescantes banhos de cachoeira e os mirantes oferecem melhores condições para apreciar a vista da cidade.

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No bondinho, rumo ao Pão de Açúcar 

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O charme do passeio é o belíssimo percurso a bordo de um bondinho que desliza no teleférico que liga a Praia Vermelha ao morro da Urca, e depois ao penhasco monolítico, o Pão de Açúcar, a 396 metros de altitude. Prepare a máquina fotográfica para ativar já no primeiro percurso, de 575metros de extensão. Clique as vistas incríveis  de Botafogo e da Baía da Guanabara a 220 metros acima do nível do mar.

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Jardim Botânico, inspiração de D. João VI

Criado no início do século 19 e considerado uma das obras mais importantes do mundo,  o Jardim Botânico do Rio é um Museu Vivo que guarda mais de oito mil espécies de plantas, além de ser um centro de pesquisa e cultura. Foi inaugurado por D. João VI, então príncipe regente, em 13 de junho de 1808, de acordo com as orientações  elaboradas por Portugal.

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Além de passeios para simples contemplação e lazer, visitas guiadas temáticas ajudam a explorar melhor o Jardim Botânico por meio de trilhas que podem ser feitas a pé ou em carros elétricos. As  trilhas interpretativas podem ser feitas de forma autônoma, sem necessidade de guia. Folhetos ou aplicativos contêm mapas e informações sobre percursos como a Trilha das Artes, um passeio sobre obras de artes integradas à paisagem do Jardim; a Trilha Histórica, um passeio com informações sobre espécies botânicas, monumentos artísticos e arquitetônicos; a Trilha das Árvores Nobres, um caminho interpretativo entre árvores de importância relevante para o planeta, como das florestas Atlântica e da Amazônia.

O Jardim Botânico do Rio ainda abriga órgãos como o Museu do Meio Ambiente e um corredor cultural com o Espaço Tom Jobim, formado pelo Teatro Tom Jobim, o Galpão das Artes e a Casa do Acervo. O Espaço foi criado em 2008 em homenagem ao compositor apaixonado pelo lugar, fonte de  inspiração de muitas das suas músicas.

Você sabia? Animais adotaram naturalmente o espaço, como caxinguelês, cuícas, gambás e ouriços. As preguiças e os macacos prego são os queridinhos do público. Um trabalho especial é feito com todos os animais que, atraídos pela diversidade da natureza do Jardim, escolhem o local para viver.

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