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Peru, emoções da Costa do Pacífico ao Vale Sagrado

De olho na sua interessante geografia, na sua original geologia, na sua fantástica história que mistura conquistas, misticismo e engenhosas construções, sua viagem ao Peru pode ser tão rica e variada quanto o próprio país. Pode, em quilômetros, variar de altitude, de temperatura e até de propósito. Numa analogia, se o Peru fosse um sanduíche, diríamos que uma fatia do pão seria a Costa peruana, localizada a oeste, com 3000 km de extensão, às margens do Oceano Pacífico Sul; a outra fatia de pão seria a floresta amazônica peruana, localizada a leste, que ocupa 59% do território; e o recheio seria “la sierra” a região marcada pela Cordilheira dos Andes, que chega a atingir 6768 metros acima do nível do mar e compreende 30% do território peruano. Um baita sanduíche natureba que pode ser degustado de acordo com a mordida que você deseja dar, com ou sem recheio, com mais verde ou menos verde.

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Dica RDC Viagens: Para ingressar no Peru, brasileiros precisam apenas apresentar RG atualizado e em bom estado. (carteira de habilitação não vale como documento).  Não é preciso ter visto nem passaporte, também não é preciso tomar nenhuma vacina, exceto se o destino for à floresta amazônica peruana, o que não inclui Machu Picchu, que está apenas próxima da floresta.

Se o objetivo da viagem é provar um pouco de tudo, com direito a praias e falésias ao nível do mar, subir as montanhas, caminhar pelo vale sagrado e imergir na história do império Inca, ao encontro da cidade perdida de Machu Picchu, então vamos lá. A degustação demanda tempo, mas o sabor vale a pena.

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Dica: Um roteiro clássico de 7 dias seria ficar 3 dias em Lima e dividir 4 dias para visitar Cusco, Vale Sagrado e Machu Picchu.

Comece a viagem pela capital do Peru, Lima, cidade beira-mar com mais de 9 milhões de habitantes, que já foi chamada de Cidade dos Reis, quando era capital do vice-reino espanhol no Peru. Hoje, com vida urbana agitada, representa um Peru moderno e colorido, com falésias gigantescas, belíssimo pôr do sol e onde a história do período colonial peruano, sob o domínio espanhol, pode ser conferida. O Centro Histórico de Lima mostra isso muito bem.

A Plaza de Armas é o centro político administrativo do Peru, desde o período colonial, como era costume dos governantes espanhóis. O Palacio de Gobierno, antiga residência de Francisco Pizarro, conquistador espanhol que “refundou” a cidade em 1535, continua abrigando um chefe de governo, atualmente é a residência oficial do presidente do Peru. Além do palácio, seguiram outras construções com funções estratégicas, como da Catedral de Lima, Patrimônio da Humanidade, em estilo neoclássico e gótico tardio, que abriga também um museu de arte sacra, e o Museu & Catacumbas do Convento de São Francisco de Lima, conjunto fundado em 1546 e reconstruído em 1642, além de outros prédios.

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Para sentir o “clima” que envolve a Plaza, entre no Parque das Muralhas localizado na saída do convento. As muralhas fazem parte de uma construção do século 17, erguidas ao longo do Rio Rimac, que banha Lima, para proteger a então Cidade dos Reis contra ataques de piratas, corsários e da própria coroa espanhola. Além desse atrativo, o parque oferece um museu de arqueologia, um belíssimo jardim e um espaço onde são realizadas exposições, apresentações culturais e feiras de artesanato.

Imperdível é o passeio ao Museu Larco Herrera. Construído entre belos jardins floridos, oferece um acervo dividido em galerias por materiais: ouro, prata, têxteis, cerâmica. São milhares de peças das civilizações do período pré-colombiano que revelam a evolução da civilização no Peru até o período em que os incas unificaram os Andes e as contribuições das diferentes culturas. O espaço também contempla um excelente restaurante.

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Lima foi erguida sobre falésias, de frente para o Oceano Pacífico, bem ao centro da costa peruana. Fica a 150 metros do nível do mar e é como um grande e populoso terraço de onde partem voos de paraglider para sobrevoar o mar e ver essa fantástica cidade do alto. Enquanto as praias de Lima fazem a alegria dos surfistas, com mar de águas frias e ondas fortes, a cidade entrega atrações diferentes em bairros distintos, como Miraflores, com praças e parques à beira-mar, e como o Malecón, um conjunto de 15 parques, distribuídos ao longo de 5 quilômetros, com usos definidos – quadras poliesportivas, quadras de tênis, pista de skate, espaço para leitura, etc. Todos eles com jardins belíssimos, ciclovia, pista para caminhadas e a incomparável vista permanente para o Pacífico.

Miraflores também é conhecido pelos shoppings, como o impressionante Shopping Larcomar debruçado nas falésias de Lima sobre o mar do Pacífico, e por abrigar, em meio a prédios residenciais, sítios arqueológicos como Huaca Pucllana, uma pirâmide de 25 metros de altura, e um conjunto de pátios, praças e recintos, construída no período pré-colombiano entre 200-700 d.C..

Não saia de Lima sem provar o famoso ceviche peruano, um dos ícones dessa culinária, prato frio feito de frutos-do-mar crus e pré-cozidos. No bairro Barranco, reduto de verão dos residentes, onde a noite é mais animada, prove o famoso pisco sour, a “caipirinha” do Peru, criada no século 17 no Vale de Ica, próximo a Pisco, na costa peruana. Originalmente, a bebida é preparada com uma dose de pisco (aguardente de uva), sumo de limão, pimenta e clara de ovo. Outra bebida de sucesso é o chilcano, drink à base de pisco, ginger ale, suco de limão e angostura.

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Dicas: Em Miraflores, o restaurante Brujas de Cachiche é especializado em Ceviche – Rua Ovalo Bolognesi 472, Miraflores, Lima.

Após uma hora voo, você está em Cusco e a 3400 metros de altitude. Localizado a sudeste do Vale Sagrado, na região dos Andes, Cusco foi o berço da administração, da política e centro de forças armadas do Império Inca. A rica cidade foi saqueada durante a invasão espanhola e tornou-se a maior representante do Peru colonial. A primeira coisa a fazer ao chegar à cidade é cuidar da saúde para evitar o mal estar da altitude. Então, bora tomar chá de coca? Nas recepções dos hotéis há sempre uma garrafa térmica com xícaras e sachês esperando por você.

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Dica: Consulte a RDC Viagens para comprar a passagem aérea na modalidade múltiplos destinos (Brasil- Lima/Cusco-Brasil), e rentabilizar todo o percurso, vinculando os dois voos de volta (Cusco-Lima e Lima-Brasil), visando garantir a conexão em eventuais atrasos do voo.

Não dá para deixar de conferir as atrações da Plaza de Armas de Cusco, a magnífica Catedral del Cusco e as mansões construídas sobre os antigos palácios incas. A Igreja da Companhia de Jesus, por exemplo, em estilo barroco, foi erguida sobre o palácio de Huayna Cápac, 10º e antepenúltimo governante do Império Inca. Invista algum tempo na praça central, conferindo não só as construções, mas também a Fonte do Inca, e ainda se delicie com a espetacular vista panorâmica de toda a cidade que se descortina da Plaza.

Descubra os segredos das construções incas e como elas foram aproveitadas após a conquista no Complexo Arqueológico Qoricanca, centro religioso dos Incas, onde está a sua maior relíquia, as ruínas do Templo do Sol. No local está instalado o Convento e a Igreja Santo Domingo. Aproveite para observar as construções, as paredes do convento que na época inca eram revestidas de ouro e prata, e descer até o Museu Qoricanca que fica no subterrâneo do jardim externo, onde estão expostos artefatos encontrados durante as escavações, como múmias e crânios. É, sobretudo, instigante.

Para sentir de perto o dia a dia da população local, vale uma visita ao Mercado Central de San Pedro. Desde o trajeto, que passa pelo Arco de Santa Clara, até o colorido das mercadorias, vale apreciar a vida no mercado que continua autêntico, com frutas e legumes da região, como aquele milho que se usa nos ceviches, e peças do artesanato andino, que podem ser compradas diretamente das artesãs.

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O caminho que leva a Machu Picchu envolve passar pelo Vale Sagrado dos Incas, de terras férteis que se estendem ao longo do Rio Urubamba de Pisaq, aos pés das montanhas de mais de 3000 metros que cercam o vale e foram fundamentais na produção de alimentos no período pré-colombiano. Além de uma paisagem magnífica, o ponto alto são as ruínas incas impressionantes, um “esquenta” para o coração suportar a emoção da chegada à cidade perdida dos Incas.

Planeje sua viagem para Cusco, Machu Picchu e região entre abril e setembro, pois no verão, entre dezembro e fevereiro, é época de chuvas e muitas vezes até a estrada de ferro chega a ficar interditada. Então se prepare, porque a região é de montanhas, e as temperaturas podem chegar a -10°C à noite. Porém os dias são de sol, com máximas de 20°C no início da tarde.

Pisaq, Chinchero, Maras, Moray e Ollantaytambo ficam nos arredores de Cusco, a caminho de Machu Picchu, e merecem ser visitados. São sítios arqueológicos, fortalezas, cidadelas com técnicas de construção, algumas com mais de 2 mil anos, e de agricultura que duram até hoje.

Uma estrada estreita e sinuosa leva o viajante a Pisaq, a apenas 35 km de Cusco, no Vale Sagrado, para ver os espetaculares terraços agrícolas, construídos em degraus pelos incas e com inteligente sistema de irrigação para aproveitar melhor a fertilidade do terreno e conter a erosão das encostas. Eles também construíram um observatório astronômico com o objetivo de definir as estações do ano e melhor período de plantio e de colheita. Observe os buracos nas montanhas. Eles foram usados pelos incas para enterrar corpos mumificados.

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No topo da montanha, visite o vilarejo de Chinchero, a 35 km de Cusco, e chegue mais perto do modo de vida dos descendentes incas, que vivem sobre o antigo povoado, falam a língua quéchua e preservam os costumes incas, como a agricultura, com suas plantações de cevada, batata, erva- doce e o artesanato têxtil. Veja de perto os famosos camelos dos Andes, as lhamas, guanacos, vicunhas e alpacas, e confira in loco como as artesãs tingem naturalmente a lã e tecem manualmente as peças. Para uma vista impressionante da região, vá até a singela igrejinha colonial do vilarejo, a Igreja da Virgem da Natividade de Chinchero, e não esqueça a máquina fotográfica. O cenário de fundo de Chinchero é a fantástica cordilheira de Urubamba e o nevado Verônica. Quer mais?

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Dica: Os meses de setembro e outubro são ótimos para observar a Via Láctea em Chinchero, a 3800 metros de altitude.

Vale seguir adiante, a 26 km de Chinchero, onde estão as Salineras de Maras, tanques naturais de extração de sal que permanecem em uso há mais de dois mil anos, muito antes dos incas. Interessante é ver como os ancestrais peruanos tiveram a engenhosa ideia de utilizar a força da gravidade para direcionar o fluxo da água salgada que corria no subsolo para desaguar no Rio Urubamba, represando-a em centenas de pequenas “lagoas” ou tanques naturais em forma de escadas para, com a evaporação da água, o sal aparecer. Essa técnica é utilizada ainda hoje pelas famílias locais, cada uma responsável por uma salina. O cenário é fantástico, fotogênico, e rende fotos “geométricas” incríveis.

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Moray fica a 12 km de Maras e reserva uma incrível surpresa, um curioso laboratório agrícola. Uma espécie de anfiteatros, cujos degraus representariam microclimas distintos, em condições que variavam de acordo com a altura de cada um. Estudos indicam que cada um desses degraus representaria mais de dois mil metros de altitude em uma condição normal e que todo o complexo de Moray teria mais de 20 setores. Ou seja, miniaturas de eco climas para diferentes tipos de cultivos. Fora toda essa “lição” de engenharia agrícola, os anfiteatros devem ser vistos primeiramente de cima. O espetáculo parece de outro mundo. Só depois veja de perto.

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A 2800 metros de altitude encontramos Ollantaytambo, outra cidadela inca, a única ainda habitada desde o século 13, e que conserva o planejamento original de ruas e canais. Lá se encontra a Fortaleza Ollantaytambo, que revela uma técnica construtiva impressionante de paredes de pedras de mais de cem toneladas meticulosamente esculpidas e que se encaixam sem frestas.  Também podem ser vistas as fundações do Templo do Sol e sua construção de pedras finas e áreas de cerimonial. Mais acima, degraus levam ao topo da montanha para mais uma visão estupenda. E para matar a curiosidade, uma trilha de 6 quilômetros leva até o outro lado do rio, onde se encontra a pedreira de onde as pedras das construções foram retiradas e dá para sacar como o rio foi desviado para servir de meio de transporte das pedras até a fortaleza.

 

Agora você está preparado para ver Machu Picchu. Sim, é bom deixar por último, porque depois nenhum outro lugar do Vale Sagrado vai superar a visão que você terá. Um trem leva você de Ollantaytambo a Águas Calientes, a 1900 metros de altitude. E a parada vale muito. Não só porque é onde os trens para a Cidade Perdida dos Incas param, para que as vans prossigam o caminho até a montanha, mas também porque vale curtir as termas da cidade e se preparar para chegar ao destino mais esperado da viagem.

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Importante: Viajantes que desejam acessar Machu Picchu a pé precisam estar atentos. Desde 2002, a Trilha Inca (Camino Inca) é fechada em fevereiro por causa das chuvas de verão e também para manutenção, reabrindo em 01 de março. Para acessar Machu Picchu em fevereiro é preciso utilizar os serviços da Peru Rail, utilizando o trem local, ou buscar uma rota alternativa como a Trilha Salkantay ou o Camino Inca Jungle.

O trajeto de trem até Águas Calientes ou Machu Picchu Pueblo marca a transição da paisagem do Peru andino para o Peru amazônico, com montanhas com mais vegetação densa. Aproveite e curta a paisagem.

Dica: Compre com antecedência a passagem de trem Ollantaytambo-Águas Calientes ou Cusco- Aguas Calientes pelas companhias que operam o trajeto: PeruRail ou a  InkaRail.

Ao chegar a Águas Calientes, antes de tomar aquele banho de água quente nas termas da cidade e de bebericar à noite na animada Machu Picchu Pueblo, compre a sua passagem de micro-ônibus. Ela também pode ser comprada em Cusco. Se desejar ver o sol nascer na cidade perdida e sentir toda aquela energia, saia cedinho no dia seguinte, quando há poucos visitantes vindos de Cusco ou de Ollantaytambo. O primeiro ônibus sai às 5: 30 da manhã e Machu Picchu abre às 6 horas.  Se você preferir ver o pôr do sol inesquecível em Machu Picchu, então ok, as vans funcionam até as 21: 00.

Atenção: Compre também com antecedência seu ingresso para Machu Picchu pelo site oficial, pois desde 2011 a cidade perdida tem limite de visitantes: pode receber no máximo 2500 pessoas por dia, conforme determinação da UNESCO.

Relaxado, com bilhete de micro-ônibus em uma das mãos e ingresso para Machu Picchu em outra, tudo pronto para ver de perto Machu Picchu, a Velha Montanha, construída no século 14 pelos incas. A primeira impressão é a que fica, então ao entrar no parque, vá em direção à Porta do Sol, ao platô mais alto e fique ali, no mirante, só observando e sentindo a energia. Você estará diante daquele cartão-postal ao vivo, aquele que você sempre viu, pendurou na parede, afixou na geladeira e sonhou, o ângulo é perfeito. Dê um tempo. Suba mais platôs, mais, mais, mais. Descubra outros ângulos. Recupere o fôlego e só depois volte e comece a explorar a cidadela.

Lembre-se que você está em Machu Picchu, numa montanha de 2400 metros de altitude, cercada por outras montanhas e circundada pelo Rio Urubamba, uma cidade inca construída entre os séculos 15 e 16. Se preferir, contrate ali mesmo um guia para percorrer o local com sabedoria e dentro de um tempo razoável. Coloque à prova o que aprendeu até aqui no Vale Sagrado e veja se consegue identificar, por exemplo, o que é original e o que foi reconstruído (lembre-se dos encaixes perfeitos das pedras). Para ficar mais fácil entender, explore a cidade de acordo com as zonas: a agrícola, onde estão os Terraços e os recintos de armazenagem de alimentos; a zona urbana, com praças, prédios e ruas, e a zona sagrada, com templos e mausoléus reais, como o Templo das 3 Janelas, o Templo do Sol, o Relógio de Sol, a Pedra Sagrada e tantas outras construções em meio às montanhas.

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Dica: Para valorizar os guias locais, Machu Picchu foi, em verdade, “apresentada” ao arqueólogo americano Hiram Bingham por um camponês da região que sabia da existência das ruínas e o guiou até o topo da “Velha Montanha”, então encoberta pela densa vegetação. Era 1911. E  o mundo conheceu Machu Picchu.

Peru é um destino tão rico, com atrações tão diversas, que vale a pena planejar com antecedência tudo, a experiência desejada, os passeios, as passagens aéreas, de trem, de van, os ingressos, todos os detalhes. Conte com o apoio da RDC Viagens, agência preferencial do associado e com a flexibilidade de utilização do Plano de Férias RDC.

marli vilela

maravilhoso. Ainda vou lá

8 de fevereiro de 2017 | Responder
    Redação RDC

    Lindo demais não é, Marli? Partiu?

    9 de fevereiro de 2017 | Responder
Aline Gonçalves

quanto custa esse roteiro?

13 de fevereiro de 2017 | Responder
    Redação RDC

    Olá, Aline! Viagens internacionais como essa, conte sempre com a agência preferencial do associado, a RDC Viagens. Quer saber mais informações? Nossa equipe da RDC Viagens, poderá orientá-la. Envie um pedido de cotação para o e-mail agencia@rdcviagens.com.br, informando a quantidade de pessoas e o período da sua viagem. Se preferir, entre em contato pelo telefone (11) 2172-0270, 2ª a 6ª feira, das 9h às 19h. Vale lembrar que você pode solicitar também a cotação de outros produtos turísticos com a RDC Viagens. Bom planejamento! :)

    14 de fevereiro de 2017 | Responder
Tatiane

é o meu sonHO!!!REALIZA RDC ..QUAL O MELHO PERIODO DO ANO PARA VISITA ??

6 de março de 2017 | Responder
    Redação RDC

    Olá, Tatiane! Viagens internacionais como essa, conte sempre com a agência preferencial do associado, a RDC Viagens. Quer saber mais informações? Nossa equipe da RDC Viagens, poderá orientá-la. Envie um pedido de cotação para o e-mail agencia@rdcviagens.com.br, informando a quantidade de pessoas e o período da sua viagem. Se preferir, entre em contato pelo telefone (11) 2172-0270, 2ª a 6ª feira, das 9h às 19h. Vale lembrar que você pode solicitar também a cotação de outros produtos turísticos com a RDC Viagens. Bom planejamento! :)

    7 de março de 2017 | Responder

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