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Que tipo de viajante você é ou será?

Hoje é o Dia Mundial do Turismo. Pra gente, que adora viajar, é um dia especial. Então que tal aproveitar a oportunidade e fazer uma viagem diferente, para dentro das nossas cabeças de viajantes? Nossas escolhas sobre onde ir, como ir, com quem ir, as experiências que desejamos vivenciar e as lembranças que procuramos guardar falam muito sobre quem somos. Convidamos você para essa gostosa viagem de  reflexão  para descobrir que tipo de viajante você é, ou que será amanhã.
Uma matéria na edição 51 da Revista Férias&Lazer fala sobre isso e achamos oportuno reproduzi-la para você comemorar esse dia tão especial com a gente.

Vamos lá? 

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Que tipo de viajante você é ou será?

As motivações fundamentais, que impulsionam a pessoa a viajar, podem definir seu perfil de viajante, as experiências que espera vivenciar desde o planejamento, o atendimento que espera receber nas diferentes etapas da viagem, incluindo o retorno e o pós-viagem.

Quando falamos de experiência de viagem, automaticamente associamos a momentos marcantes vivenciados no destino – um passeio de barco em meio à floresta, um mergulho no mar para nadar com golfinhos, uma noite romântica num lugar paradisíaco, uma viagem de trem cruzando as montanhas da Europa … No entanto, sabemos que é mais do que isso. Está em todas as fases da viagem. E nos detalhes. Melhorar a vida de pessoas menos favorecidas é um motivo que leva muitas pessoas a viajar. Em 2030, certamente, o número de viajantes com esse perfil deverá crescer consideravelmente. Estudos recentes divulgados pela The Future Foundation, consultoria de tendências de consumo global, revelaram que muitas pessoas passarão a fazer planos de viagem com base em fatores morais, o chamado “Viajante Ético”.

Nesse sentido, outras questões foram levantadas: como esse viajante escolhe a sua viagem? Como escolhe a companhia aérea? O que espera dela? E do destino? Do meio de hospedagem? Que experiência de compra de serviços deseja ter? Como interage com a tecnologia? Será que, variando o propósito da viagem, os valores se alteram ou se sobrepõem? Na verdade, são muitas as variáveis, como vários também são os tipos de viajantes. E, com certeza, os perfis podem se somar. Os viajantes nômades, por exemplo, aqueles que saem aparentemente sem rumo definido tornaram-se “nômades digitais”. Tomam decisões baseadas em informações compartilhadas e escolhem no momento a experiência que desejam vivenciar. As expectativas em relação ao atendimento que desejam receber variam de acordo com as avalições prévias que conseguiram levantar, muitas vezes ali mesmo, na hora, na palma da mão, e que depois irão também compartilhar. Na verdade, nem só os nômades fazem isso.

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Qual é a sua tribo? Segundo a The Future Foundation, as descobertas apontadas no relatório foram baseadas em entrevistas com os principais futurologistas, especialistas da indústria de viagens e viajantes de todo o mundo, revelando novas “tribos de viajantes”. Além do “Viajante Ético”, foram identificados, os “Buscadores de Capital Social”, aqueles viajantes que validam suas decisões de viagem baseados principalmente nas opiniões e sugestões do público on line. Os “Puristas Culturais” olham o planejamento das férias como uma oportunidade de ir ao encontro de uma experiência autêntica, mesmo que desconfortável. Seu objetivo é se envolver profundamente numa cultura exótica, diferente da que estão acostumado.

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Para os “Buscadores de Simplicidade”, as férias representam um momento raro em suas vidas, quando podem dar atenção a si mesmos, preferindo o “empacotamento” de serviços que garantam segurança e diversão. Há os “Caçadores de Recompensa”, aqueles que buscam em suas férias uma experiência “premium”, uma recompensa extraordinária pelo investimento de tempo e energia em sua vida profissional. Os “Viajantes por Obrigação” não são apenas aqueles que viajam a negócios, também pode ser a lazer, ambos limitados pela questão do tempo e de orçamento. Baseados na tecnologia, buscam facilidades que possam eliminar qualquer tipo de aborrecimento nas suas viagens. A forma como essas “tribos” compram e envolvem-se com a cadeia de serviços de viagem está mudando, apontando a demanda pela personalização dos serviços como uma necessidade vital.

Texto publicado na Revista Férias&Lazer – Ed. 51.

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